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Visitas: 2135 - Respostas: 44
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#1 (permalink) | ||||||||||||||
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Membro
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Boa noite Camaladas,
Há cerca de uma semana, parei com o Niva no posto e durante o abastecimento e a habitual conferida dos fluidos do veículo, notei que o fluido da embreagem estava praticamente vazio(!) e fiquei preocupado com aquilo. Completei o reservatório e até hoje o nivel do fluido está normal, não abaixou nem vazou para lugar nenhum. Depois desse episódio, não sei se por causa dele, notei que quando precisava engatar a segunda-marcha ela as vezes engatava com dificuldade, outras vezes normal. Assim que percebi esse problema levei o niva no dia seguinte para conferir (e já trocar) o óleo de câmbio, onde constatamos que o nivel estava um pouco baixo. Comprei 2 litros do Lubrax GL-5 (SAE-90 // MT-1) e trocamos o oleo da caixa. Percebi que o problema relacionado a segunda-marcha não melhorou, mesmo com o óleo no nivel adequado e novo. Com isso fui dar uma pesquisada e encontrei a seguinte informação no site da petrobrás: Só membros tem acesso aos links: "A utilização de um óleo API GL-5 na transmissão ao invés do GL-4 irá gerar problemas de engate e "arranhamento" durante a troca de marchas, comprometendo a vida útil da caixa de mudanças." Também encontrei isso : GL-4 are intended for axles with spiral bevel and hypoid gears operating under moderate to severe conditions of speeds and loads. They are also suitable for sychronized manual transmissions when MT-1 gear oils are NOT recommended. Read more: Só membros tem acesso aos links: E por fim no site do Baxter, também é relatado que algumas pessoas tiveram problemas com o mecanismo de sincronização das marchas com alguns determinados tipos de óleos. Só membros tem acesso aos links: Para encurtar a história e chegar nos pontos a serem debatidos: 1) Pode usar GL-5 na caixa de marchas do niva? (o manual diz que sim ) 2) Tem relação o fato de estar usando GL-5 com o problema que eu descrevi de sincronização das marchas? 3) Arrisco uma nova troca colocando um GL-4 ? Abraços e amanhã passo aqui para conferir as opniões. |
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| O Seguinte Usuário Agradeceu Julliano por este Post: | Girti |
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#2 (permalink) | ||||||||||||||
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Membro
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Julliano;
My 5 cents: Óleos mais recentes e para veículos mais modernos, costumam ser mais finos e tem uma composição diferente dos lubrificantes usados em veículos mais antigos. Se a especificação do manual diz que você está usando o correto, eu não arriscaria a troca. Creio que esteja correto! Mas se a própria especificação do lubrificante diz isso, eu partiria pra uma troca SIM! Outro ponto: Você usou qual fluído para a embreagem? DOT? Geralmente os fluídos para carros mais modernos costumam causar esse problema de arranhamento e de dificuldade na troca de marchas! Último ponto: Já procurou saber PRA ONDE esse fluído vazou? Não seria o momento de sangrar a embreagem completamente ao invés de apenas completar o nível? Abraço! |
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#3 (permalink) | ||||||||||||||
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Membro
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O fluído de acionamento dos cilindros de embreagem (usa-se fluído de freio) referem-se somente ao acionamento do garfo da embreagem. Se houvesse um problema com eles (cilindros), que não acionasse convenientemente o garfo, iria causar problemas em todas as marchas.
A característica DOT, nos fluídos de freio, refere-se à temperatura que os mesmos suportam sem perder as suas características. Quanto maior o número DOT, maior a faixa de temperatura de trabalho (ponto de ebulição) que suportam. Isso para FREIOS, que geram calor provocado pelo atrito. Os cilindros de embreagem trabalham "frios", se comparados com as medidas abaixo. Para usar como fluído de embreagem (acionamento) qualquer um serve, mas, acima de DOT 3 é jogar dinheiro fora. Como o fluído de freio absorve água da umidade do ar (higroscópico), DEVE ser trocado a cada dois anos. Isso vale para o fluído do sistema de acionamento da embreagem. DOT 3 acima de 205ºC DOT 4 acima de 230ºC DOT 5 acima de 260ºC No caso da segunda marcha arranhando (apenas ela), suspeite do desgaste dos dentes da engrenagem ou do anel sincronizador da mesma. Não invente, use o lubrificante recomendado no manual.
Última edição por BACALHAU : 08/09/11 às 00:29. |
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#4 (permalink) | ||||||||||||||
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Membro
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Boa noite Camaladas,
Há cerca de uma semana, parei com o Niva no posto e durante o abastecimento e a habitual conferida dos fluidos do veículo, notei que o fluido da embreagem estava praticamente vazio(!) e fiquei preocupado com aquilo. Completei o reservatório e até hoje o nivel do fluido está normal, não abaixou nem vazou para lugar nenhum. Depois desse episódio, não sei se por causa dele, notei que quando precisava engatar a segunda-marcha ela as vezes engatava com dificuldade, outras vezes normal. Assim que percebi esse problema levei o niva no dia seguinte para conferir (e já trocar) o óleo de câmbio, onde constatamos que o nivel estava um pouco baixo. Comprei 2 litros do Lubrax GL-5 (SAE-90 // MT-1) e trocamos o oleo da caixa. Percebi que o problema relacionado a segunda-marcha não melhorou, mesmo com o óleo no nivel adequado e novo. Com isso fui dar uma pesquisada e encontrei a seguinte informação no site da petrobrás: Só membros tem acesso aos links: "A utilização de um óleo API GL-5 na transmissão ao invés do GL-4 irá gerar problemas de engate e "arranhamento" durante a troca de marchas, comprometendo a vida útil da caixa de mudanças." Também encontrei isso : GL-4 are intended for axles with spiral bevel and hypoid gears operating under moderate to severe conditions of speeds and loads. They are also suitable for sychronized manual transmissions when MT-1 gear oils are NOT recommended. Read more: Só membros tem acesso aos links: E por fim no site do Baxter, também é relatado que algumas pessoas tiveram problemas com o mecanismo de sincronização das marchas com alguns determinados tipos de óleos. Só membros tem acesso aos links: Para encurtar a história e chegar nos pontos a serem debatidos: 1) Pode usar GL-5 na caixa de marchas do niva? (o manual diz que sim ) 2) Tem relação o fato de estar usando GL-5 com o problema que eu descrevi de sincronização das marchas? 3) Arrisco uma nova troca colocando um GL-4 ? Abraços e amanhã passo aqui para conferir as opniões. Informarei tão logo tenha algo a relatar. ---------- Post adicionado ás 00:47 ---------- Post anterior foi ás 00:42 ---------- ![]() [ ]s |
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| O Seguinte Usuário Agradeceu Girti por este Post: | Julliano (08/09/11) |
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#5 (permalink) | ||||||||||||||
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Membro
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Thiago, o Julliano escreveu sobre uma especificação de óleo de câmbio que pode estar causando problemas no engate das marchas. Você está escrevendo sobre o fluido da embreagem hidráulica, fluido este que não tem contato direto com as engrenagens da caixa de câmbio. Será que não houve um mal entendido de sua parte?
![]() [ ]s Citação:
Boa noite Camaladas,
Há cerca de uma semana, parei com o Niva no posto e durante o abastecimento e a habitual conferida dos fluidos do veículo, notei que o fluido da embreagem estava praticamente vazio(!) e fiquei preocupado com aquilo. Completei o reservatório e até hoje o nivel do fluido está normal, não abaixou nem vazou para lugar nenhum. Depois desse episódio, não sei se por causa dele, notei que quando precisava engatar a segunda-marcha ela as vezes engatava com dificuldade, outras vezes normal. Assim que percebi esse problema levei o niva no dia seguinte para conferir (e já trocar) o óleo de câmbio, onde constatamos que o nivel estava um pouco baixo. Comprei 2 litros do Lubrax GL-5 (SAE-90 // MT-1) e trocamos o oleo da caixa. Percebi que o problema relacionado a segunda-marcha não melhorou, mesmo com o óleo no nivel adequado e novo. Com isso fui dar uma pesquisada e encontrei a seguinte informação no site da petrobrás:
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#6 (permalink) | ||||||||||||||
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Membro
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Camaradas obrigado pelas opniões.
O detalhe do fluido da embreagem eu achei que fosse relevante mencionar, embora eu já suspeitasse que não tivesse relação direta com o problema. Não sei dizer qual fluido estava usando anteriormente mas por ser a única opção disponível no momento, acabei colocando DOT-3. Quanto ao funcionamento do câmbio, eu diria que ele está 95% normal, e que só não está perfeito porque as vezes sinto que a segunda-marcha não entra tão suave, as vezes eu sinto arranhar mas não chega a fazer um barulho estridente a ponto de ouvir fora do carro, eu apenas sinto o cambio raspando. Detalhe esse que não acontece sempre, normalmente ocorre quando vou cambiar em uma rotação até mais baixa do que quando o carro está pedindo marcha, ou quando vou reduzo de 3a. para 2a. para diminuir a velocidade usando o freio-motor. Nas outras marchas, nada do que reclamar, todas engatam suavemente e não escapa nenhuma, nem mesmo a segunda. Confesso que também fiquei com a pulga atrás da orelha depois da informação contida no site da petrobrás a respeito de seu óleo lubrificante e das diferentes aplicações dos tipos GL-4/5 e por isso vim compartilhar a dúvida com os nobres camaladas. |
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#7 (permalink) | ||||||||||||||
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Membro
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Ele estava relatando dois episódios distintos, um era a constatação de que faltava fluido no reservatório da embreagem (o que ele inicialmente considerou ser a causa para a dificuldade para engatar as marchas), outro que o óleo de câmbio poderia ser inadequado para o câmbio Lada (o que ele constatou após se certificar de que o fato de completar o fluido não fez com que o problema do engate das marchas fosse resolvido).
Você escreveu, no início da mensagem: "Óleos mais recentes e para veículos mais modernos, costumam ser mais finos e tem uma composição diferente dos lubrificantes usados em veículos mais antigos. Se a especificação do manual diz que você está usando o correto, eu não arriscaria a troca. Creio que esteja correto! Mas se a própria especificação do lubrificante diz isso, eu partiria pra uma troca SIM!" Aqui, você se referia ao óleo de câmbio A seguir, você escreveu: "Geralmente os fluídos para carros mais modernos costumam causar esse problema de arranhamento e de dificuldade na troca de marchas!" Aqui, você se referia ao fluido da embreagem, que não entra em contato com as engrenagens do câmbio, nada tendo, portanto a ver com o câmbio em si. Em outras palavras: o fluido de freio não interfere diretamente na caixa de câmbio (engrenagens, etc...), ele pode, quando muito, afetar o comportamento da embreagem. Como, no início da mensagem, você citou óleos lubrificantes (que vão na caixa de câmbio) e não fluidos hidráulicos (que vão no reservatório da embreagem), achei que a mensagem ficou confusa... ![]() Enfim, deixemos isto de lado, o importante é que a dúvida quanto à especificação do óleo de câmbio (GL-4 ou GL-5?) seja esclarecida. Eu pretendo descobrir que óleo tenho na caixa de câmbio do SUVdesenvolvido, para depois, se necessário, trocá-lo e ver o que acontece. |
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| O Seguinte Usuário Agradeceu Girti por este Post: | Sidnei |
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| Tags |
| cambio, lada, niva, óleo |
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