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Troca de fluído da transmissão automática (CA)

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Antigo 07/07/11, 10:31   #193 (permalink)
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Wilal,

Voce saberia dizer qual é o sintoma da CA que indica quando o ajuste e necessário? O meu medo é mexer em time que está vencendo há 13 anos. Já posso ter alguns craques com osteoporose.

---------- Post adicionado ás 10:31 ---------- Post anterior foi ás 10:09 ----------

Dei uma olhada agora no manual da XJ. A minha CA é a AW-4 e em nenhum lugar vem dizendo que é necessário a regulagem e nem como fazer. Não localizei o parafuso de regulagem (acho que não tem). Menos uma preocupação.

Abraços.
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Antigo 07/07/11, 11:05   #194 (permalink)
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Citação: Postado Originalmente por Alexandre Lima Ver Post
Wilal,

Voce saberia dizer qual é o sintoma da CA que indica quando o ajuste e necessário? O meu medo é mexer em time que está vencendo há 13 anos. Já posso ter alguns craques com osteoporose.

---------- Post adicionado ás 10:31 ---------- Post anterior foi ás 10:09 ----------

Dei uma olhada agora no manual da XJ. A minha CA é a AW-4 e em nenhum lugar vem dizendo que é necessário a regulagem e nem como fazer. Não localizei o parafuso de regulagem (acho que não tem). Menos uma preocupação.

Abraços.

Alguns sintomas , é a mudança de marcha brusca ou lenta , facilmente confundido com a regulagem do DOWN , ou seja fora do tempo , cambio patinando , como se estivesse com o pé na embreagem .

Mas geralmente quando estes defeitos aparecem , Já é tarde , pois a regulagem deste item , esta classificado como manutenção preventiva e não corretiva , Se chegar a aparecer estes sintomas , a CA já tem grande chance de estar danificada e a regulagem não fara efeito , podendo danificar ainda mais .

OBS : Trata-se de Manutenção preventiva


Com relação ao cambio AW-4 , também não tenho esta informação, sei que existem cintas , mas realmente não sei te informar como funciona e se tem regulagem , vou procurar me informar .

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Wilson
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Antigo 07/07/11, 20:01   #195 (permalink)
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Alexandre / Wilson,

Na AW4 só tem uma cinta, mas é interna e não precisa de regulagem, a regulagem nela é "de fábrica" ou seja, é feita na montagem do câmbio, ou quando se reconstrói o mesmo.

Na AW4 o controle do câmbio é feito todo por solenóides, enquanto no 42RE e demais câmbios são usadas as cintas no lugar das solenóides, por isso existem mais pontos de ajuste, consequentemente mais pontos vulneráveis a falha/erro de ajuste.

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Olá amigos.
Na minha WJ já troquei mais de uma vez. Coloco sempre o Dexron III AC DELCO.
Faço da seguinte forma: solto o cano que entra na CA e vem do radiador de óleo, funciono em marcha lenta, vou drenando e colocando óleo novo (Mais ou menos 2 litros por vez), até o ponto em que o óleo comece e sair vermelho. Dessa forma vc troca "todo" o óleo da CA, inclusive o do conversor de torquel. Isso tudo sem problemas e o veículo funciona OK.
Abraço a todos.
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Antigo 06/04/12, 23:32   #197 (permalink)
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claunek No caminho certo
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vi aqui num poste, que o oleo atf 4 na Divesa custa 40 reais, é isso mesmo? se for me ajude a comprar pois para mim esta barato msm, alguem tem o tel? ou me de uma dica de como comprar desta empresa, pois aqui em são paulo custa 98,00 o litro.

---------- Post adicionado ás 23:32 ---------- Post anterior foi ás 23:15 ----------

"Afinal, óleo de transmissão é tudo igual?"



Certa vez um e-mail de suporte nos perguntava se todos os ATFs (óleos de transmissão) eram a mesma coisa, pois de acordo com o frentista do posto onde ele abastece há mais de 20 anos, o que muda é só a marca.


Bem, então vamos quebrar este tabu de uma vez por todas:

Regra um: Se adicionarmos um ATF diferente da marca e características exigidas pelo fabricante da transmissão, ela pode até funcionar, em contrapartida o tempo de vida dela que vai mudar sem que ninguém perceba.

Regra dois: Se as propriedades do ATF usado, for diferente do recomendado a transmissão pode mudar seu comportamento (trancos, patinações e ruídos) e não vai existir mecânico que vai conseguir repara-la, pois não se trata de um defeito.

Regra três: Depois de colocada na caixa, é praticamente impossível se saber qual tipo de ATF foi usado, exceto pela cor exclusiva de alguns fabricantes.

Regra quatro: Saiba de antemão qual tipo é usado pelo seu carro e como verificá-lo.

Regra cinco: Não existem ATFs vitalícios, seja qual for a marca do carro.


Mas afinal para que serve o ATF?O ATF é um fluido de multi-propósito que, dentre várias finalidades, ele:

- Resfria a transmissão;
- Limpa as peças;
- Lubrifica o sistema;
- Ajuda a transmitir força;
- Garante a pressão interna necessária;
- Inibe depósitos de verniz e impurezas;
- Protege os metais contra oxidação.O ATF não se deteriora como o óleo do motor que com o uso é esperado ficar escuro, portanto se o fluído de sua transmissão ficar escuro, pare imediatamente pois, algo está errado!

Qualquer ATF contém ingredientes em sua fórmula que melhoram consideravelmente sua estabilidade quanto à oxidação e possui também aditivos inibidores de corrosão e borbulhamento. Com o uso e intempéries, estes aditivos e ingredientes deterioram-se causando a perda da capacidade e viscosidade do óleo. É justamente esta perda que leva a transmissão a funcionar incorretamente até quebrar. Trocar o ATF em intervalos de quilometragem de 40 a 60 mil ou a cada 2 ou 3 anos é extremamente recomendável. Os ATFs mais modernos são mais estáveis e resistentes, podem durar mais, mas também devem ser trocados.


Onde compro ATF?Nas concessionárias da marca, nas distribuidoras de óleos, no posto de gasolina, nas oficinas especializadas, porém exija somente o que seja do mesmo tipo e aplicação, pois as características devem ser iguais ou superiores ao recomendado.


E quais são os tipos de ATF?

Ao longo dos anos sempre houve uma confusão geral sobre este assunto em função da quantidade de marcas oferecidas. Então vamos conhecer a maioria deles:

Type F – Introduzido pela Ford em 1967 e que foi usado também pela Toyota.
Type CJ – Especial para linha Ford C6. É similar ao Dexron II e não deve ser usado em carros com Type F
Type H – Mais um ATF designado pela Ford e não é igual ao Type F ou Type CJ.
Mercon – Designação atual da Ford, introduzido em 1987. É similar ao Dexron II. Substitui os fluidos Ford anteriores exceto Type F
Mercon V – É o nível mais alto da Ford atualmente. Foi introduzido em 1997 e é destinado à Ranger, Explorer V6 e Aerostar, assim como para os carros Windstar, Taurus/Sable e Continental a partir de 1998. Não deve ser usado em veículos anteriores da Ford.
Dexron – Designação GM para o ATF de seus veículos automáticos.
Dexron II – ATF melhorado com controle de viscosidade superior e inibidores de oxidação adicionais. Pode substituir o Dexron.
Dexron IIE – Fluído GM criado especialmente para suas primeiras transmissões eletrônicas.
Dexron III – Substitui o fluido Dexron IIE e implementa melhor controle de oxidação e corrosão. Foi desenvolvido para uso nas transmissões GM eletrônicas.
Dexron III (H) – Introduzida em 2003, é um nível superior com novos aditivos resiste a alto impacto.
Dexron III/Saturn – ATF diferenciado quimicamente para uso em veículos Saturn da divisão GM.
Dexron-IV – Sem informações até a presente data exceto que foi desenvolvido para uso em muito baixas temperaturas.
Dexron-V – Sem informações até a presente data.
Dexron-VI – Introduzido em 2006 para as transmissões GM Hydra-Matic 6L60/6L80 6-marchas com tração traseira. Pode ser usado como substituto dos ATF Dexron III e III(H).
Chrysler 7176 – Quando de sua apresentação ao mercado era o ATF versão Chrysler para seus veículos de tração dianteira (FWD)
Chrysler 7176D (ATF+2) – Introduzido em 1997, implementa aditivos que permitem circulação do fluxo em baixas temperaturas.
Chrysler 7176E (ATF+3) – Implementa melhor estabilidade para o ponto de ruptura das propriedade do ATF. Passa a usar uma base lubrificante de qualidade superior. Indicado para as caixas de 4 marchas e não deve ser substituído por ATF tipo Merkon ou Dexron exceto quando aditivados para tal.
Chrysler ATF+4 (ATE) – Introduzido em 1998, o ATF+4 é sintético e substituto do ATF+3 anterior. Usado primariamente para os veículos 2000 e 2001, pode substituir e ser usado nas transmissões anteriores, (exceto nas minivans anteriores a 1999 inclusive, equipadas com a 41TE/AE). Neste último caso o ATF+3 é o indicado por ter características que evitam a trepidação do conversor de torque em determinadas situações.


NOTA: A regra a ser seguida é a seguinte: O ATF+4 Chrysler deve ser usado sempre que a especificação do manual assim o exigir. A coloração vermelha original deste óleo não é permanente. Diferente dos outros, ele vai mudando de cor até ficar escuro e ficar marrom. Possui um odor peculiar que modifica-se com o tempo. Por este motivo com o ATF+4 original, não baseie-se na cor e odor, pois é impreciso qualquer julgamento. Use sempre a tabela de troca regular do fabricante, mas que não deve exceder a 60 mil quilômetros.
Chrysler ATF+5 - Desenvolvido para veículos a partir de 2002.

APLICAÇÕES IMPORTANTES:

BMW LT7114l ou LA2634 – ATF especialmente formulado para transmissões BMW.
Genuine Honda ZL ATF – Desenvolvido para transmissões Honda, exceto CVT.
Mitsubishi Diamond SP-II & SP-III – Fórmula especial para Mitsubishi.
Nissan J-Matic - Fórmula criada pela Nissan pra suas transmissões.
Toyota Type T, T-III & T-IV – É o fluido original desenvolvido pela fábrica para suas transmissões Lexus/Toyota.
NOTA: É fácil confundir-se com as inúmeras quantidades de fabricantes e palpiteiros sobre o assunto ATF ou fluido de transmissão automática. Preço é um fator que convida ao erro, portanto siga as especificações técnicas escritas nos rótulos e classificações SAE e API ou então use exclusivamente o óleo original de seu fabricante. Ele pode custar mais caro, mas é o único que não apresenta dúvidas. Como dito no começo deste artigo, usar o ATF errado pode diminuir consideravelmente o tempo de vida de sua transmissão.

Virgílio Amaral

Consultor Autotrans
QUAL TIPO DE FLUIDO DEVE SER USADO?

A transmissão Automática utiliza um tipo especial de óleo, chamado Fluido para Transmissão Automática, ou ATF. Este fluido tem inúmeras funções na transmissão, incluindo a lubrificação, arrefecimento e aplicação das embreagens.
O ATF proporciona ainda a conexão entre o motor e a transmissão, através de um acoplamento hidráulico chamado de conversor de torque. E, quando comprimido entre as embreagens, o ATF age como uma “cola”, proporcionando uma fricção adicional e mantém a capacidade de acionamento do veículo.
Assim, o ATF é um fluido muito versátil. Esta é a razão pela qual a conservação deste fluido pode ser muito crítica para a vida da transmissão.
Há alguns anos atrás existiam somente dois tipos de fluidos no mercado: o Tipo A e o Tipo F. Convencionalmente se dizia que o Tipo F era para as transmissões Ford e o Tipo A para as demais transmissões.
Nos dias de hoje, são quatro os principais tipos de fluidos existentes no mercado. E existem dezenas de marcas e estilos para se escolher.
Então, como saber qual o fluido adequado para a sua transmissão? O modo mais fácil de saber o tipo correto de fluido é verificando o manual do proprietário. Ele irá dizer exatamente qual o tipo de ATF recomendado pelo fabricante do veículo. Você também poderá encontrar uma recomendação na vareta medidora do cárter. Qualquer um dos recursos citados é razoável para determinar qual o tipo correto de fluido para a sua transmissão.
Tipos de Fluidos
Abaixo está uma lista dos diferentes tipos de fluidos e as diferenças básicas existentes entre eles:
Tipo F – Este fluido foi destinado aos Fords que utilizavam embreagens de bronze; a última transmissão produzida com embreagem de bronze foi a Cruizematic nos anos 70. Em não se tratando de carros antigos ou clássicos, pode ter certeza absoluta de que os veículos modernos não utilizam o fluido Tipo F.
Dexron III/Mercon – Este é um dos fluidos mais comuns do mercado. A maioria das unidades da GM e Ford utiliza este tipo de ATF, assim como muitos importados. Se o manual do proprietário recomenda qualquer um dos Dexron ou Mercon – menos o Mercon V – este é o fluido que você necessita.
Fluidos Estilo HFM – Este fluido é indicado para Modificar Altamente a Fricção; é um fluido que proporciona diferentes características de fricção do que o Dexron III/Mercon. Este fluido é apresentado sob diferentes nomes, incluindo ATF+ Chrysler – também chamado 7670. Outras montadoras que também utilizam o ATF HFM:
• Honda / Acura
• Jeep / Eagle
• Hyundai
• Toyota / Lexus
• Saturn
• Sterling
Estes fluidos são intercambiáveis? Eles deveriam ser .... pela lógica eles são. Mas seja sensato e utilize sempre o fluido especificado pela montadora do veículo.
Fluidos Sintéticos – Um grande número de fabricantes tem deixado de utilizar os fluidos de base orgânica, em favor dos fluidos sintéticos. Testes preliminares mostraram que a maioria dos sintéticos tem características de modificação de fricção, similares ao Dexron III/Mercon, mas com resistência melhorada ao calor, oxidação e cisalhamento. Em termos simples, os sintéticos duram mais.
Os óleos sintéticos são uma das razões pelas quais alguns fabricantes estão começando a eliminar a vareta medidora das transmissões. Eles perceberam que o ATF deve durar mais tempo, e assim não há razão para as pessoas interferirem na transmissão e seu funcionamento. Será que eles funcionam? Será que os sintéticos farão as transmissões funcionarem por mais tempo, sem a intervenção humana? Isto somente o tempo poderá dizer.
CUIDADO: O fluido sintético Mercon V da marca Ford, pode causar uma pequena confusão. Se o manual diz Mercon V, ele quer dizer que o fluido é sintético; se o nome for Mercon sem o “V”, significa o regular ATF Dexron III/ Mercon.
Aditivos para Alterar as Características de Fricção
Do mesmo modo que existem diferentes tipos de ATF no mercado, existem também algumas empresas químicas que vêm com uma idéia para diminuir os custos tanto para o reparador quanto para o proprietário. Eles desenvolveram aditivos que misturados ao Dexron III/Mercon padrão, alteram as características de fricção para combinar com outros tipos de fluidos.
Um dos aditivos mais comuns é o HFM. Quando misturado ao Dexron III/Mercon, ele altera as características de fricção o bastante para permitir que seja utilizado em qualquer transmissão que requeira fluidos HFM.
Se a transmissão foi reparada e o fluido foi substituído, a oficina pode ter utilizado algum aditivo HFM juntamente com o Dexron III/Mercon, na transmissão. Neste caso não há problema, pois estes aditivos são exatamente para alterar as características de fricção dos fluidos.
Contudo, se a transmissão ainda estiver dentro da garantia, utilize somente o ATF recomendado pelo fabricante. Outros aditivos ou fluidos podem afetar a garantia.
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VERIFICAÇÃO DO NÍVEL DO FLUIDO DA TRANSMISSÃO
Não há nenhum exagero quando se diz que a transmissão funciona em função do fluido, mais propriamente conhecido como fluido da transmissão automática ou ATF.
Por causa desta dependência do ATF, o baixo nível de fluido pode ocasionar um efeito desastroso no funcionamento da transmissão automática e até mesmo na vida da transmissão. Por isso é tão importante verificar o nível do fluido da transmissão.
Infelizmente, nos últimos anos, alguns fabricantes decidiram eliminar a vareta medidora de fluido da transmissão. Chamadas de unidades seladas, estas transmissões necessitam de mais processos para a verificação do nível do fluido do que aquelas de antigamente. Tais processos envolvem o uso de dispositivos de testes eletrônicos, como o scanner computadorizado, fazendo com que somente um reparador habilitado possa realizar a inspeção do nível do fluido da transmissão.
Se o veículo não possuir a vareta medidora, ainda assim o reparador deve verificar o nível do fluido da transmissão ao menos duas vezes por ano, mesmo que a transmissão não apresente nenhum problema de funcionamento.
Se o veículo possuir a vareta medidora de fluido da transmissão, o nível deve ser verificado uma ou duas vezes por ano. Alguns manuais do proprietário fornecem o procedimento de inspeção detalhado.
Caso o você não tenha tais informações no manual do proprietário ou no manual de reparação da transmissão, abaixo transcrevemos alguns procedimentos básicos para a inspeção do nível do fluido. Estas informações referem-se somente para veículos que possuam a vareta de medição de nível do fluido da transmissão.

ATENÇÃO: Para a inspeção do fluido você deverá ficar embaixo do veículo com o motor em funcionamento. Isto poderá ser muito perigoso se você não tiver certeza do que precisa fazer. Fique atento aos componentes móveis, tais como ventiladores, hélices, cintas, polias, dentre outros, a fim de evitar acidentes graves.
  1. <LI class=conteudo>Certifique-se que o veículo esteja nivelado com o piso; <LI class=conteudo>Dê partida ao motor; <LI class=conteudo>Espere até que o motor e a transmissão atinjam a temperatura normal de funcionamento. A maneira mais fácil de se fazer a inspeção do nível do fluido da transmissão é logo após o veículo ter rodado por algum tempo; <LI class=conteudo>Mantendo o pé no pedal do freio, passe vagarosamente a alavanca de mudanças por todas as marchas, durante um ou dois segundos em cada marcha; <LI class=conteudo>Posicione a alavanca de mudanças em “P” (park); <LI class=conteudo>Aplique o freio de estacionamento; <LI class=conteudo>Cuidadosamente abra o capô;
  2. Encontre a vareta de medição do fluido da transmissão (a maioria dos manuais de reparação do câmbio automático mostra a localização da vareta):
  • <LI class=conteudo>Veículos com tração traseira – geralmente a vareta está localizada no compartimento do motor, lado do passageiro, próximo à parte de trás do motor.
  • Veículos com tração dianteira – geralmente a vareta está localizada no lado do motorista, em um dos lados da transmissão.
  1. <LI class=conteudo>Remova a vareta e retire o excesso de fluido com um pano limpo ou toalha absorvente; <LI class=conteudo>Deslize a vareta até o fundo do tubo de enchimento da transmissão; <LI class=conteudo>Retire novamente a vareta e verifique o nível de fluido através das marcas existentes na vareta;
  2. Adicione mais fluido, se necessário.
Sempre use o fluido recomendado pelo fabricante.

Procure informar-se quanto ao fluido recomendado para cada tipo de transmissão automática.


Se a transmissão necessitar regularmente de adição de fluido, inspecione quanto a vazamentos.
Verifique o nível do fluido do Câmbio Autonático










Para prolongar a vida útil da transmissão automática do seu veículo você precisa tomar alguns cuidados como:

Verificar periodicamente o nível do fluido da transmissão automática. Existem transmissões que é possível esta verificação através de uma vareta que, seguindo o procedimento correto, pode ser verificado por você mesmo. Nos casos em que a transmissão não tem esta vareta, procure um especialista para fazê-lo.

Procedimento para verificação do nível do fluido da transmissão
Cada transmissão automática tem um tipo de procedimento apropriado para a verificação do nível do fluido. Procure consultar o Manual do Proprietário do veículo para se familiarizar com as maneiras corretas recomendadas pelo fabricante do seu veículo, tais como:
- Tipo de ATF (óleo da transmissão automática);
- Quantidade de necessária para encher completamente e parcialmente a caixa toda;
- Forma de se efetuar a medição e conferência do fluido;
- Periodicidade da manutenção preventiva e tempo necessário para o serviço;
- Empresas e concessionárias credenciadas que poderão atendê-lo.
Outra opção é obter estas informações através dos serviços especializados em transmissão automática.

Em vias de regras, para que o nível do ATF seja verificado corretamente, o motor e a transmissão deverão estar aquecidos, o veículo deve estar estacionado em um lugar plano, o motor deve estar funcionando em marcha lenta, juntamente com o freio de estacionamento aplicado. A alavanca seletora de marcha deverá estar em “P” ou “N” conforme o procedimento de cada fabricante. Em algumas exceções o nível pode ser medido com o motor desligado como, por exemplo, nos veículos Honda. Por este motivo procure conhecer o procedimento da transmissão do seu veículo.
Retire a vareta, limpe-a com um pano limpo e branco e retorne ao seu alojamento, retire-a novamente e verifique o nível. A marca deverá estar entre o nível máximo e mínimo.

Alguns cuidados importantes:
1. Verifique a coloração e a presença de partículas sólidas em suspensão.
2. O fluido não deve apresentar cheiro de queimado.
3. Se o ATF estiver turvo ou leitoso pode ser indício de contaminação com água o que demanda uma reforma geral além de uma inspeção detalhada do sistema de arrefecimento.
4. Nunca complete o nível colocando a mais ou a menos. Em ambos os casos a transmissão pode não funcionar corretamente.
5. Tenha certeza de que ATF sua transmissão usa. Não misture óleos de características diferentes. Este procedimento pode reduzir drasticamente o tempo de vida do câmbio.
Verificar sempre o nível do líquido de arrefecimento.
O arrefecimento do fluido da transmissão também é feito através deste sistema. O excesso de calor (superaquecimento) é umas das principais causas de defeito na transmissão. O ATF superaquecido perde a capacidade de arrefecer, lubrificar, alterando a sensibilidade das mudanças de marchas. Se você mora em local onde a temperatura média anual é alta, o uso de um “cooler” ou radiador auxiliar é recomendado, pois prolonga a vida da transmissão.
Algumas das causas do superaquecimento:
1. Reboque de trailer ou carreta
2. Dirigir em estradas montanhosas
3. Alta temperatura ambiente
4. Nível de fluido excessivamente alto ou baixo
5. Arrancadas muito fortes e constantes.
6. Segurar o veículo parado em uma ladeira muito forte controlando no acelerador

Recalls e modificações de fábrica
Da mesma maneira que o veículo todo sofre modificações ao longo dos anos, a transmissão também recebe uma série de correções e melhoras durante este período. Uma oficina especializada normalmente conhece ou tem acesso a sistemas que informam quais modificações foram implementadas e aquelas que podem melhorar ou corrigir falhas que por acaso seu carro comece a apresentar. Tenha em mente que nem sempre um defeito de transmissão exige que esta seja totalmente desmontada e reformada. Pequenas intervenções internas ou externas podem facilmente corrigir o defeito.
Artigo elaborado por Roberto Bertin
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monteze (16/04/12), Paulo Derlam (15/04/12)
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