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Descrição: Comentários sobre a formula 1 2011
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Visitas: 4391 - Respostas: 183
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#9 (permalink) | ||||||||||||||
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Membro
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Aos amigos que curtem F1 (eu gostava no tempo do Senna
) posto aqui algumas fotos que fiz no Instituto Ayrton Senna aqui em SP, onde existe este "aquário" com a McLaren MP4/5B número 27 pilotada por ele. Abraços a todos.
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Grand Cherokee Laredo 98 Original (ainda)
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#10 (permalink) | ||||||||||||||
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Membro
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Antigo astro do Barcelona, Stoichkov ajudaria genro a entrar na Fórmula 1
Espanhol Dani Clos é casado com a filha do ex-jogador e corre na GP2 Piloto da GP2, o espanhol Dani Clos ganhou um apoio de peso para buscar seu sonho de correr na Fórmula 1. O garoto, de 23 anos, terá a ajuda do sogro, nada menos que Hristo Stoichkov, astro do Barcelona nos anos 90. O craque, artilheiro da Copa de 1994, teria, inclusive, conversado com o chefão Bernie Eclestone sobre a possibilidade e estaria disposto a investir financeiramente na carreira do genro. A imprensa búlgara afirma que Stoichkov estaria conversando com amigos empresários para disponibilizar a verba de 5 milhões de euros (algo em torno de R$ 11,6 milhões) para facilitar a entrada de Clos na categoria. O alvo seriam as pequenas Hispania e Marussia-Virgin. Casado com Mihaela, conhecida como Mika, Clos já tem alguma experiência na Fórmula 1. Fez testes com a Williams em Jerez de La Frontera, na Espanha, em 2009. Eu postei este texto somente para expressar o meu sentimento como fanático pela corrida de automóveis e minha indignação pelo que vem ocorrendo com a F1 , se continuarem deste jeito a formula 1 ira perder grande quantidade de torcedores o que já vem ocorrendo deste a morte do nosso querido Ayrton , se algo não for feito não haverá nenhum interesse pelos telespectadores em ficar assistindo aquelas maquinas rodando com seu computadores, sem nenhum diferencial ou algo imprevisto como grandes pegas, ultrapassagens fantásticas com a mais pura raça dos pilotos de verdade ao invés destes almofadinhas que treinam em simuladores ou resultados forjados para o bem da equipe , já não é mais corrida e sim desfile de super maquinas conduzidas por superastros. É o Fim Que Pena De um lado, temos os pilotos de puro talento, surgidos das categorias de base que as equipes de F-1 custeiam ou descobertos por caçadores de talento; do outro, estão aqueles que carregam poderosos patrocinadores particulares, capazes de financiar até uma equipe inteira; correndo por fora estão aqueles esforçados, que subiram de categoria em categoria, normalmente chegando à F-1 mais amadurecidos e com alta quilometragem em experiência. Vamos lá! Na maior categoria do automobilismo mundial, a tecnologia impera, chegando a ser fator determinante para a vitória ou a derrota na pista, mas o piloto ainda faz toda a diferença dentro de um carro de alta performance. Pena que nem todos tenham visto Ayrton Senna, Nelson Piquet, Alain Prost e Nigel Mansell competirem juntos em uma época na qual o piloto era, de fato, o diferencial na competição, esse fora o auge da F-1. Até meados dos anos 90, a F-1 era onde os melhores pilotos do mundo se reuniam, provenientes (por mérito) de diversas categorias menores, somente o talento impulsionava a carreira dos profissionais até a F-1. Lá estavam os melhores e ponto! É evidente que essa importante peça, encontrada entre o volante e o banco, tem suas variantes, posto existirem os melhores na elite (putz!). Os gênios sempre foram o charme da categoria, daqueles de quem se poderia esperar o impossível… Imaginem quando dois ou três desses loucos estavam na mesma pista! Hoje os tempos são outros, os pilotos são um elemento a mais na complexa equação que é uma equipe, um elemento importante, mas não insubstituível, como faz prova a “dança das cadeiras” anual em relação aos postos de pilotos, os quais, dificilmente esquentam o mesmo banco por mais de dois anos seguidos. Os anos 2000 estão sendo marcados pela procura obsessiva por desempenho nas máquinas, estas cada vez mais caras e descartáveis (pois todos os anos o regulamento da construção dos carros muda, aproveitando-se pouca coisa e equipamento da temporada passada), obrigando as equipes na procura de patrocinadores que custeiem as inovações tecnológicas impostas pela competição. Infelizmente, as equipes menores acabam por não conseguir patrocínios expressivos, forçando-as a “vender” postos de pilotos para profissionais “pagantes”, ou seja, aqueles que trazem seus patrocinadores particulares a uma equipe de F-1. Tal prática acaba por aposentar bons pilotos em detrimento daqueles a quem o talento não é a principal virtude. Interessante é que no próprio grid, conseguimos identificar – de forma bem clara – os três tipos de piloto citados na entrada deste artigo. As equipes grandes, as quais normalmente já são patrocinadas por empresas ricas, tem o luxo de ostentar pilotos de puro talento, inclusive muito bem pagos; as equipes intermediárias empregam profissionais de carreira, maduros, mas que não demonstram a genialidade dos campeões; as equipes mais pobres tem, ao menos, um piloto que está ali com a finalidade de financiar o desenvolvimento dos carros, na maioria dos casos são jovens e com pouca experiência no automobilismo, ou vindos de categorias muito inferiores. Pois bem, estamos falando de F-1, a categoria automobilística de destaque, a maior. É lá que as inovações surgem e chegam a equipar, anos depois, os veículos de passeio e é pra ela que os holofotes estão virados. Por ser cara e especial, não deve comportar equipes com baixo orçamento, sob pena de banalização do esporte de elite. Deve ser eliminado aquele piloto que não chegou à categoria, pura e simplesmente pelo seu talento, como o era no passado… Ai que saudades! |
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#11 (permalink) | ||||||||||||||
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Membro
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Por mais emoção, F-1 cria até zona de ultrapassagem na temporada 2011
Pilotos torcem o nariz para novidade, que tem aplicação complicada para o público entender durante a corrida. A transmissão das corridas promete ajudar A monotonia de algumas corridas e as raras ultrapassagens nas últimas temporadas da Fórmula 1 fazem com que a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) quebre a cabeça para arrumar soluções, principalmente no regulamento técnico da categoria. Novos conceitos de asas, limitações de apêndices aerodinâmicos, Sistema de Recuperação de Energia Cinética (Kers). Tudo isso foi tentado nos últimos anos. Em 2011, a grande novidade é a asa traseira móvel, que poderá ser usada livremente nos treinos e de forma limitada - e complicada - nas corridas. Preocupado com segurança após mudanças, Vettel não descarta greve Alemão afirma que pilotos, juntos, são fortes e podem se recusar a correr Vettel está preocupado com a segurança dos pilotos em 2011 (Foto: agência Reuters) Sebastian Vettel está preocupado. O alemão, um dos que mais reclamaram das mudanças tecnológicas para este ano, como o aumento do número de funções no volante e a asa traseira, não descarta uma greve de pilotos caso medidas de segurança não sejam tomadas. A maior preocupação é em relação à asa traseira. Segundo Vettel, o novo sistema pode causar graves acidentes na pista. - A maioria dos pilotos concorda de que isso é um problema de segurança. O mais importante é que os pilotos estão juntos. Se todos nós concordarmos em algo, então podemos ser muito poderosos. Poderemos dizer: “Não, não vamos correr” – disse o piloto da RBR, em entrevista ao jornal britânico “Mirror”. Vettel, no entanto, afirma que os pilotos ainda vão procurar a FIA para conversar sobre a questão. - Isso não quer dizer necessariamente que vamos fazer uma greve. Vamos tentar achar uma solução com a FIA antes – afirmou. |
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#12 (permalink) | ||||||||||||||
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Membro
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Sou muito fa de F1 mas acho que ta muito sem graca, esperi que esse ano as coisas possam ficar mais interessantes.
Puder ver ao vivo ano passo o GP do brasil, e vendo os carros de perto parecem de brinquedos, seguranca so na cabeca dos pilotos rsrs O mais facinate foi ver o Fitipalde acelerar Seu antigo carro e o cara acelerou na alta!! Fraco mesmos sao os carros da Lotus e Virgem dava do ver os boxes e mais dos pilotos tentarem controlar aqueles carros na pistas. Agora pra mim que tava na curva do S e fato que ha pilotos e pilotos, vetel, alonso, shumacher, kubica e sim RUBiNhIo sao insanos eles freiavam dentro da curva muito depois dos demais pilotos, coisas de quem sabe guoar muito, O massa piloitava muito conservaddor em relacao oas citados, Vamos esperar e ver se esse ano tem emocoes nos demais GP que no geral foram muito chatos |
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#14 (permalink) | ||||||||||||||
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Membro
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Acredito que a alguns anos atrás os pilotos ( de Verdade ) queriam mesmo era pilotar e não estavam nem ai para tecnologia , o ponto de ultrapassagem era eles quem faziam no braço mesmo , hoje se o cara forçar a ultrapassagem é punido , o mais F@@a é que ninguém faz nada , os pilotos de verdade (se é que ainda existam)deveriam se unir e dar um basta neste desfile de carros e voltarem a pilotar de verdade e não ficarem ameaçando de fazer grevesinha por falta de segurança se eles querem segurança voltem para os simuladores ou para o colinho dos papaisinhos deles, o que mais tem de itens de segurança hoje do que um formula 1 ? nem avião tem tanta segurança !! Ai sentindo que estão perdendo telespectadores os organizadores tentam inventar regras como pontos de ultrapassagens e liberam parcialmente alguns itens eletrônicos , não é que sou contra a tecnologia ,muito pelo contrario sou a favor , o que acontece é o seguinte se liberar geral ,ficariam somente 3 ou 4 equipes pois os custos seriam auto demais para as pequenas que já lutam para se manter . Se colocar-mos na balança entre liberar geral ou não , acho eu que o negocio seria liberar de uma vez por todas , haja visto que de qualquer forma o campeonato inteiro é disputado por 3 ou 4 mesmo e sem contar que grande parte destas tecnologias vem parar mais cedo ou mais tarde em nossos veículos . Ultimamente a formula Indy vem dando de lavada em emoções , tirando aqueles circuitos ovais que na décima volta já esta me dando sono , quando entra na faze de circuito misto o bicho pega pra valer . T+ |
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#15 (permalink) | ||||||||||||||
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Membro
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Após crise, F-1 troca os prodígios por novatos pagantes na temporada 2011
Pastor Maldonado, Sergio Pérez, Paul di Resta e Jerome D'Ambrosio têm em comum um forte apoio financeiro por trás de suas estreias na categoria É sobre isto que eu escrevi no post anterior , só faltou eu diser ``EU JÀ SABIA ´´ Copiei esta matéria do G1 Divulgada Hoje 24/03/2011 , será que eles leram o meu post ? Comparem as datas e comprovem voces mesmo ![]() eles colocaram a data de 23/03/2011 mas vejam a hora , sera que tem alguma influencia Nos últimos anos, a Fórmula 1 viveu uma fase de estreantes considerados prodígios nas categorias de base. Foi assim com Lewis Hamilton, Nico Rosberg e Sebastian Vettel. Desde a chegada das novas equipes, no ano passado, a crise financeira mundial forçou a mudança no padrão dos novos pilotos: quem paga mais consegue assegurar seu cockpit. Neste ano, Pastor Maldonado, Sergio Pérez, Paul di Resta e Jerome D’Ambrosio se encaixam neste perfil. Apesar de alguns deles terem bons resultados, todos eles chegam com o apoio de fortes patrocinadores. Confira abaixo o que esperar dos novatos da F-1 em 2011: - Pastor Maldonado (Williams) Após quatro temporadas na GP2 e o título no ano passado, o venezuelano finalmente chega à Fórmula 1 em 2011. Aos 26 anos, ele contraria a atual lógica da categoria, que aposta em pilotos muito novos, como aconteceu com Lewis Hamilton e Nico Rosberg, também campeões da principal categoria de acesso, e que estrearam na F-1 com 22 e 20 anos, respectivamente. Maldonado conseguiu uma vaga na Williams, ao lado do brasileiro Rubens Barrichello e desbancou ninguém menos que a revelação Nico Hulkenberg, que estreou no ano passado e surpreendeu todos com a pole position sob chuva no GP do Brasil, em Interlagos. Para conseguir isso, o venezuelano trouxe uma enorme verba de seus patrocinadores (US$ 43 milhões): o Governo da Venezuela, de Hugo Chávez, e a PDVSA, estatal petrolífera local. - Preciso conseguir mais tempo de pista para entender melhor os diferentes sistemas no carro. Além disso, preciso me acostumar com a equipe. Acho que a principal diferença entre a GP2 e a Fórmula 1 é o número de pessoas a sua volta, fazendo funções diferentes – diz Maldonado. - Sergio Pérez (Sauber) Primeiro mexicano na Fórmula 1 desde 1981, quando Hector Rebaque correu na Brabham, e o quinto na história, o piloto de 20 anos chega credenciado pelo vice-campeonato da GP2 em 2010. Veloz e um pouco afoito em algumas ocasiões, ele fez algumas corridas excelentes, como em Abu Dhabi, e cometeu erros primários em outras, como na primeira volta de Monza. Além da velocidade, Pérez conta com o apoio de Carlos Slim, o homem mais rico do mundo. O empresário mexicano, dono da empresa de telefonia Telmex, investiu pesado na equipe suíça e espalhou suas marcas pelo carro. A verba, além de garantir a temporada da Sauber com folga em 2011, ainda colocou o compatriota Esteban Gutiérrez na vaga de terceiro piloto. - Estou realmente ansioso para ver como estou em Melbourne. Os testes são uma boa experiência, mas amo correr, fico mais motivado. Não vejo a hora de começar a correr e aprender nos treinos classificatórios e nos GPs. Estou confiante de que posso ser bem competitivo desde a minha primeira corrida – diz Pérez. - Paul di Resta (Force India) Reserva da Force India nos últimos dois anos, desde o início da parceria da equipe com a McLaren e a Mercedes, o escocês dividiu seu tempo entre a maior categoria do automobilismo e o Campeonato Alemão de Turismo (DTM), onde sagrou-se campeão em 2010. Aos 24 anos, ele finalmente recebeu uma chance para andar como titular na Fórmula 1, após desbancar o irregular italiano Vitantonio Liuzzi, que acabou na Hispania. Di Resta é um dos pilotos apadrinhados pela Mercedes, principalmente por causa de seu desempenho no DTM. O talento nos carros de turismo é bastante elogiado pelos ingleses, mas ainda existem dúvidas sobre sua adaptação à Fórmula 1. Porém, vale lembrar que ele foi campeão do Europeu de F-3 em 2006, derrotando ninguém menos que Sebastian Vettel. - Sempre disse que o carro do DTM é parecido com um monoposto, só que com teto. As corridas lá são bem duras, por isso não tenho preocupação com meu preparo físico ou com a concentração em corridas longas. Participar de alguns treinos livres no ano passado me mostrou quais áreas precisava fortalecer, como os músculos do pescoço e do ombro. Mas os testes de inverno foram o melhor treino para acelerar minha adaptação – diz Di Resta. - Jerome D’Ambrosio (MVR) Aos 25 anos, o belga não tem uma carreira de destaque nas categorias de base. Há três anos na GP2, sempre pela equipe DAMS, o melhor resultado conseguido por ele em uma temporada foi um nono lugar em 2009, com apenas uma vitória em todas as temporadas. Apesar do fraco retrospecto, ele assumiu a vaga de reserva da equipe Virgin em algumas corridas de 2010. Assim como aconteceu no ano passado, D’Ambrosio conseguiu a vaga na MVR por meio de seus patrocinadores belgas. O valor do cockpit não foi revelado, mas estima-se que ele pagou cerca de US$ 5 milhões para ser titular em 2011. Como a equipe inglesa não teve bons resultados na pré-temporada, o piloto deve lutar mesmo para largar em todos os GPs. - Posso aprender muito com Timo Glock (companheiro de equipe). Ele já esteve nas primeiras filas do grid e já subiu ao pódio. Ele é um cara aberto e nos damos muito bem. Por isso, tento aprender ao máximo e trabalhar duro para conseguir bons resultados em 2011 – diz o belga. É isso ai galera T+ Wilson Última edição por Wilal : 24/03/11 às 11:40. |
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#16 (permalink) | ||||||||||||||
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Membro
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Olha esta então , pelo que eu entendi se o piloto da frente resolver tirar o pé ou errar não poderá ser ultrapassado,é isso ?
Caraca velhos acho que teremos que fazer um curso para poder assistir a formula 1 pela televisão , agora se estiver no autódromo então f@@@u tudo ,ninguém vai entender nada . Isto esta me cheirando a maracutaia das brabas , o da frente não pode se defender ? E se tiver tres ou quatro , como o do meio vai se defender? Ele pode alegar que usou para ultrapassar e quando na verdade estava se defendendo. E retardatários vale ? ![]() Se Alguém tiver perguntas favor enviar , quem sabe a globo responde!! ![]() Noticia G1 A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) aumentou a zona de ultrapassagem no GP da Austrália. A área de uso da asa traseira móvel na corrida, que será demarcada por linhas transversais ao traçado, agora começa um pouco antes da última curva do circuito do Albert Park, em Melbourne. De acordo com o plano inicial, a região se iniciaria apenas na reta dos boxes. De acordo com Charlie Whiting, diretor de provas da FIA, o começo da zona ficará 867 metros antes da curva 1 do circuito. Ao aumentar a área de uso da asa móvel, ele assegura que os pilotos poderão usar a novidade quase que instantaneamente quando entrarem na reta dos boxes. Apenas quem estiver atrás poderá aproveitar o sistema; ele não poderá ser usado para defender a posição. A mudança do início da zona de ultrapassagem provocou também a alteração do local onde será medida a distância entre os carros - o piloto que está atrás precisa estar a menos de um segundo do da frente. Agora, será um pouco antes da antepenúltima. Com isso, eles terão mais tempo entre a medição e o aviso de que eles estão aptos a usar a asa traseira móvel. ---------- Post adicionado ás 13:06 ---------- Post anterior foi ás 12:55 ---------- Video de como funciona o KERS com a equipe Red Bull Observem no final o movimento da asa. Valeu T+ Wilson Última edição por Wilal : 24/03/11 às 12:08. |
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