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| Elétrica e Eletrônica Elétrica e Eletrônica
Descrição: Quase tudo sobre OBD 1e2
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Visitas: 4462 - Respostas: 19
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#17 (permalink) | ||||||||||||||
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Membro
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Galera, segue minha contribuição ao tópico:
On-board diagnostic system (OBD) ________OBD é a nomenclatura de um sistema de auto-diagnóstico e notificação desenvolvido para veículos automotores. O sistema OBD permite ao proprietário do veículo ou a um técnico ou mecânico acessar informações a respeito das condições de funcionamento de vários subsistemas dos veículos. ________A quantidade de informação de diagnóstico disponível via OBD variou bastante desde a introdução das primeiras versões do sistema, na década de 80. Versões anteriores do sistema simplesmente iluminavam o indicador Check Engine, ou MIL (Malfunction Indicator Light), quando um problema era detectado - mas não repassava informações quanto à origem do problema. ________Em versões mais modernas, a porta de comunicações foi padronizada, incluindo os códigos de erro (DTC - Diagnostic Trouble Codes), o que em conjunto com a capacidade de monitoramento em tempo real através da porta digital, permitia a rápida identificação e solução de problemas no veículo. ________A partir de 1991, o protocolo OBD-I se tornou obrigatório em alguns países, mas não havia padrão na porta de conexão, nos códigos de erro e nem mesmo na identificação do sistema, que ainda não era chamado OBD. ________A partir de 1 de Janeiro de 1996, os EUA passaram a exigir o sistema OBD-II como requisito obrigatório em todos os veículos automotores. Na Europa, foi adotado o padrão EOBD, a partir do ano de 2001. No Japão foi adotado uma variação denominada JOBD. Nos demais países, alguns adotam o mesmo padrão americano, e alguns não possuem legislação específica a respeito, como é o caso do Brasil, onde vemos nas ruas veículos com padrões diversos. Interfaces: ________Considerado o precursor do OBD, o protocolo ALDL (Assembly Line Diagnostic Link) foi criado pela GM em 1981. Sua interface variou e mudava a cada nova geração de módulos de gerenciamento (ECUs) da empresa. Não havia padronização nem das portas nem no protocolo digital para comunicação.ALDL OBD-I ________O objetivo principal do sistema OBD era encorajar os fabricantes de automóveis a projetar sistemas confiáveis de controle de emissões, e que permanecessem efetivos ao longo da vida útil do veículo. A esperança era que, forçando-se o teste anual de emissões (como a Inspeção Veicular sendo implantada no Brasil), e negando o registro de veículos rejeitados no teste, motoristas tenderiam a comprar veículos mais eficientes que fossem aprovados na inspeção. O sistema OBD-I fracassou de certo modo, devido à fragmentação e falta de padronização entre as fabricantes e a falta de informação específica do sistema. Dificuldades técnicas na obtenção de informações precisas relacionadas às emissões de todos os veículos levaram à incapacidade do sistema em funcionar como o planejado junto às inspeções veiculares.________Antes do lançamento do OBD-II, foi utilizado um protocolo chamado de OBD-1.5, que era um protocolo OBD-I, com partes do protocolo OBD-II implementadas. Estes veículos podem ser lidos tanto com um scanner OBD-I como com um OBD-II, variando as informações que cada scanner consegue identificar. OBD-II ________O protocolo OBD-II ou OBD2 é uma evolução do OBD-I tanto em capacidades como em padronização. O padrão OBD-II especifica o tipo de conector utilizado e sua pinagem, os sinais elétricos disponíveis e o formato de comunicação. Ele também especifica uma lista de parâmetros do veículo que devem ser monitorados, além de instruções sobre como cada tipo de dados do veículo deve ser armazenado. ________Existe um pino no conector que transmite energia da bateria para o scanner, de modo que não é necessário estar próximo a uma fonte de energia para se utilizar o dispositivo. Em oficinas, com a gravação de grande volume de dados e sistemas computadorizados mais complexos, ainda se usa equipamentos não-móveis para garantir o registro dos dados em caso de falta de energia. ________Além disso, o padrão OBD-II estabelece uma extensa lista de DTCs, os códigos de erro indicados pelo sistema. Como resultado dessa padronização, um scanner OBD-II pode ler o sistema de qualquer veículo compatível, independente da marca. EOBD ________O padrão EOBD é uma variação do OBD-II exigida na Europa desde 2001 para motores a gasolina e 2003 para motores a diesel. Desenvolvido baseado nos padrões de emissões Euro V e Euro VI, foi desenvolvido para garantir emissões menores que as exigidas nos padrões anteriores Euro III e IV. EOBD é uma abreviação de Europe On-Board Diagnostics, ou Sistema Europeu de Diagnóstico Embarcado. Alguns fabricantes que utilizam os canais adicionais para comunicação com seus equipamentos chamam o sistema de EOBD2, apesar de ambos serem baseados no OBD-II.![]() O conector OBD2 ________A especificação OBD2 define um conector físico padronizado - o conector fêmea de 16 pinos (2x8) J1962. Diferente do conector OBD-I, que normalmente se encontrava dentro do cofre do motor, é exigido que o conector do padrão OBD2 fique a no máximo 0.6m do volante do veículo, de modo que o conector esteja sempre ao alcance do motorista. A norma SAE J1962 define a pinagem do conector: ________Os pinos reservados são utilizados por cada fabricante de maneira diferente. A Chrysler por exemplo, os utiliza para a comunicação com seu scanner próprio, o DRB-III ou o mais recente StarScan. O protocolo OBD2 ________Existem cinco protocolos de sinais possíveis de serem utilizados na interface OBD2: PWM, VPW, ISO 9141-2 e ISO 14230 (similares ao RS-232), além do protocolo de comunicação de redes CAN. A maioria dos veículos utiliza somente um destes protocolos. Dados disponíveis ________O protocolo OBD2 permite acesso à dados da ECU e é uma valiosa fonte de informações relativas à problemas em um veículo. A norma SAE J1979 define o método de requisição de dados de diagnóstico e uma lista dos parâmetros padrões disponíveis nas ECUs. Os diversos parâmetros que podem ser consultados (RPM, temperatura, etc) são identificados como números de identificação de parâmetros (PID - Parameter Identification numbers). Não é exigido que todos os fabricantes implementem todos os PIDs listados na norma e lhes é permitido incluir PIDs proprietários não listados na norma. O sistema de requisição e consulta a dados dos PIDs permite o acesso em tempo real às informações de performance do veículo, bem como códigos de erros DTCs que tenham sido identificados.Aplicações ________Existem diversas ferramentas disponíveis que se conectam ao sistema OBD para acessar suas funções. Estas ferramentas variam de simples scanners direcionados ao uso "caseiro" até os sofisticados sistemas de análise existentes em concessionárias.![]() Dispositivos portáteis ________Há uma ampla gama de dispositivos portáteis de leitura do padrão OBD2:- Leitores de erros simples, feitos para uso pessoal, que simplesmente exibem os códigos de erro detectados ![]() Ferramentas de conexão a computadores ________Além das funções compartilhadas com um dispositivo portátil, a análise via software em um computador permite a gravação de grandes quantidades de dados, visualização de mais informações simultâneas devido às telas maiores, e a habilidade de se utilizar mais de um programa para analisar diferentes informações. ________Assim como nos scanners de cada marca, existem softwares específicos que conseguem acessar os dados dedicados de cada marca de veículo. Enquanto um cabo de conexão OBD pode ser encontrado por preços baixos para ser utilizado com softwares dedicados ao protocolo, o preço de um software profissional para uma marca pode ultrapassar até mesmo o custo de um scanner portátil da mesma. Gravador de dados - Monitoramento de motores e sistemas de veículos em operação normal, com o propósito de ajustes ou detecção de erros ________Algumas empresas utilizam o sistema como uma "caixa-preta" automotiva, utilizando-se dos dados para análise após um acidente, infração de trânsito ou falha mecânica. Inspeção veicular ________Em alguns países, utiliza-se o protocolo OBD2 para verificar o controle de emissões do veículo, ao invés do tradicional teste na saída do escapamento. Como a ECU grava dados relativos à falhas no sistema de emissões, e as informações de níveis adequados ou não aos limites, o sistema é utilizado como teste na comparação com os dados ideais para cada veículo.![]() Instrumentação adicional ________Esta instrumentação adicional baseia-se no uso de computadores de bordo (trip computers), computadores automotivos (Car-PCs) ou interfaces com celulares, PDAs e tablets, além da possibilidade de conexão a aparelhos GPS. |
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Cherokee Sport - XJ 97 / HO 4.0 / 255.75 AT / 2"
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#18 (permalink) | ||||||||||||||
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Membro
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OBD2 em veículos Chrysler ________Entre 1986 e 1991, a Chrysler adotou o sistema de ECU Renix, fabricado por uma parceria entre Renault/Bendix, considerado um precursor do OBD-I. Este sistema servia apenas de controle dos sistemas do veículo, e não possuía funções de diagnóstico. Em 1991 foi adotado oficialmente o sistema OBD-I nos veículos Chrysler, até o ano de 1996, quando foi adotado o protocolo OBD2. ________Nas Cherokees e alguns veículos da marca, o sistema OBD2 possui um modo de auto-diagnóstico, onde é possível ao próprio proprietário verificar os códigos de erro no painel do veículo, sem necessitar de um scanner para tal diagnóstico. Este procedimento possui diversas variações em sua execução de acordo com o modelo do veículo / ECU, e em veículos pós-98 a fabricante dificultou o acesso aos códigos de erro, forçando o uso de um scanner para tal verificação. ________Nestes veículos, o conector OBD2 geralmente é encontrado embaixo do painel, próximo ao encontro do painel com a carroceria ou da trava de liberação do capô. ![]() ________Os códigos de erro, ou DTCs, normalmente são registrados após o indicador Check Engine ter sido acionado. Os dados fornecidos pelo sistema OBD2 geralmente indicam o equipamento com falha, a origem do problema ou ao menos fornecem uma orientação quanto a onde procurar a falha, economizando tempo e custo em manutenção. Com a crescente disponibilidade de leitores OBD2 cada vez mais baratos, está se tornando mais acessível diagnosticar o próprio veículo em casa e efetuar pequenos reparos e testes. Nos veículos Chrysler, a fabricante adotou o termo PCM (Powertrain Control Module - Módulo de controle do conjunto mecânico) ao invés de ECU para designar o módulo principal, conhecido por "módulo de injeção" ou "módulo central". ![]() A luz Check Engine ________Nas Cherokees, existe um indicador no painel responsável por sinalizar falhas no veículo. Esta luz é chamada Check Engine ou MIL (Malfunction Indicator Lamp - Lâmpada Indicadora de Mal-funcionamento). Dependendo do veículo, esta lâmpada pode ter diferentes símbolos. O acendimento desta lâmpada indica ao condutor do veículo que um DTC foi registrado no sistema OBD2 referente ao mal-funcionamento de algum dispositivo ou algum problema com as emissões do veículo. A lâmpada Check Engine é controlada por um transistor na placa do painel de instrumentos, independente do PCM, e é ativada quando o painel recebe o aviso do PCM de que um problema foi detectado. ________A luz Check Engine pode ser ativada pelos seguintes motivos: - Teste da lâmpada: Cada vez que a chave ativa a posição ON no veículo, a luz é ativada por aproximadamente três segundos, para testar seu funcionamento. ![]() Funcionamento da luz Check Engine ________O sistema de controle de erros do PCM monitora constantemente diversos equipamentos e dispositivos do veículo, através de testes que são executados continuamente durante o funcionamento do mesmo. Estes testes são conhecidos como "two trip monitors" ou "registro de múltiplas ocorrências", pois são testes que registram um DTC após mais de uma ocorrência do mesmo problema. ________Outros testes podem ativar a luz Check Engine após uma única ocorrência de falha; são chamados de "one trip monitors" ou "registro de ocorrência única". ________Um "trip" ou "ocorrência" é registrado quando o PCM identifica alguma falha, de acordo com seus parâmetros pré-programados. Certas condições como a tampa do tanque de combustível aberta ou inexistente, baixa qualidade de combustível, etc, são ocorrências que podem ocasionar o registro destes erros ao se dar partida no veículo, e podem ativar a luz Check Engine temporariamente, geralmente desaparecendo após pouco tempo ou quando de nova partida no veículo. ________Se a luz permanecer acesa ao longo de várias partidas e durante a operação do mesmo, o problema deve ser inspecionado o quanto antes. Na maioria das situações de registro de um DTC e acendimento da luz Check Engine, o veículo continua funcionando normalmente mesmo com a luz ativada. Apesar disso, dirigir o veículo por muito tempo com a luz Check Engine indicando um erro pode causar danos ou piorar danos existentes no veículo, principalmente em seu sistema de controle de emissões. Também pode afetar o consumo de combustível e a dirigibilidade do veículo. É necessário que se faça o reparo do veículo o quanto antes no caso de indicação de um DTC. ________A luz Check Engine piscando continuamente durante o funcionamento do veículo indica danos no sistema de emissões, causando danos ao catalisador e alertando sobre uma provável perda de potência do veículo, devido aos sensores O2 e outros equipamentos serem afetados. É necessário o reparo imediato do veículo neste caso. Obtendo os códigos de erro (DTCs) ________O procedimento para verificação dos DTCs no próprio veículo varia entre os modelos da marca. Abaixo são descritos algumas variações: - Coloque a chave na ignição e gire três vezes da posição OFF para ON. Os códigos serão indicados nos dígitos do odômetro do veículo. Em caso de veículos mais antigos, sem odômetro, a luz Check Engine pisca para indicar os códigos com o número de piscadas, com espaços mais longos entre cada código. ________Obs.: A tabela para identificação dos DTCs de XJ/ZJs pode ser encontrada neste tópico: Só membros tem acesso aos links: Procedimento na XJ 97 Procedimento para WJs (2005 em diante gira a chave cinco vezes) Procedimento para Cherokee antiga (sem odômetro, a luz Check Engine pisca com o código) Procedimento em um Wrangler, sem odômetro Removendo DTCs / desativar luz Check Engine ________Após três partidas sem detectar ocorrência do mesmo erro, a lâmpada Check Engine é apagada e o PCM automaticamente inicia uma contagem de partidas. Após 40 partidas do veículo sem ocorrência do problema, o registro do DTC é apagado da memória. ________Os códigos de erro podem ser apagados a qualquer momento utilizando-se um scanner OBD2 ou DRB-III. A limpeza da memória também apaga todas as informações do OBD2, como dados de partidas do veículo, ocorrências de erros e dados de Freeze Frame. Em caso de reparos, a luz Check Engine também pode ser apagada através de um "reset" no módulo, conforme descrito anteriormente. ![]() Modo de segurança ________O PCM e TCM dos veículos Chrysler é programado com um modo de segurança, ou "limp mode", o qual é ativado no caso do módulo não conseguir identificar determinados dispositivos ou parâmetros do veículo, ou em caso de perda de comunicação com outros módulos. Neste modo, o PCM carrega dados pré-programados de funcionamento do veículo, para permitir sua operação e deslocamento de emergência até o local de reparo mais próximo. ________O TCM (Transmission Control Module - Módulo de Controle da Transmissão), que controla as transmissões dos veículos Chrysler, quando em modo de segurança, passa a funcionar como um câmbio manual. Na maioria dos veículos este modo pode ser ativado com a desconexão do conector do TCM; neste modo, as marchas do veículo passam a ser operadas manualmente pela alavanca de controle, requerendo que o condutor faça a troca das posições do câmbio de acordo: Posição 1-2 : Primeira marcha Posição 3: Segunda marcha Posição D: Terceira marcha ![]() Fontes: As mesmas que o Wilson menciona no início do tópico, além de algumas pesquisas nos manuais e TSBs antigos ---------- Post adicionado ás 05:35 ---------- Post anterior foi ás 05:32 ---------- Assim que conseguir tempo pra acabar, posto outro texto em outro tópico, sobre kits SYE ![]() [ ]'s |
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Cherokee Sport - XJ 97 / HO 4.0 / 255.75 AT / 2"
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| Os Seguintes 4 Usuários Agradeceram andretomasi por este Post: |
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#19 (permalink) | ||||||||||||||
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Membro
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Obrigado pela contribuição , ficou melhor que o original ( fonte ) , sem sarcasmo
_ OBD é a nomenclatura de um sistema de auto-diagnóstico e notificação desenvolvido para veículos automotores. O sistema OBD permite ao proprietário do veículo ou a um técnico ou mecânico acessar informações a respeito das condições de funcionamento de vários subsistemas dos veículos. motoristas tenderiam a comprar veículos mais eficientes que fossem aprovados na inspeção. O protocolo OBD2 permite acesso à dados da ECU e é uma valiosa fonte de informações relativas à problemas em um veículo. O sistema de requisição e consulta a dados dos PIDs permite o acesso em tempo real às informações de performance do veículo, bem como códigos de erros DTCs que tenham sido identificados. _Existem diversas ferramentas disponíveis que se conectam ao sistema OBD para acessar suas funções. Estas ferramentas variam de simples scanners direcionados ao uso "caseiro" até os sofisticados sistemas de análise existentes em concessionárias. Algumas empresas utilizam o sistema como uma "caixa-preta" automotiva, utilizando-se dos dados para análise após um acidente, infração de trânsito ou falha mecânica. Os códigos de erro, ou DTCs, normalmente são registrados após o indicador Check Engine ter sido acionado. Os dados fornecidos pelo sistema OBD2 geralmente indicam o equipamento com falha, a origem do problema ou ao menos fornecem uma orientação quanto a onde procurar a falha, economizando tempo e custo em manutenção. Com a crescente disponibilidade de leitores OBD2 cada vez mais baratos, está se tornando mais acessível diagnosticar o próprio veículo em casa e efetuar pequenos reparos e testes. A Finalidade deste Tópico , alem de esclarecer como funciona o sistema ODB é informar aos membros que temos uma ferramenta capaz de nos mostrar as condições do veiculo (conforme recortes acima ) e que é possível um diagnostico mais preciso na hora da compra de um veiculo que possua este sistema. T+ Wilson |
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Sem os dados, tudo que você tem é uma opinião!
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| O Seguinte Usuário Agradeceu Wilal por este Post: | andretomasi (06/06/11) |
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#20 (permalink) | ||||||||||||||
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Membro
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Pessoal, boa noite!
tenho um XJ 98 Rubicon e fiz o teste seguindo conforme os passos do 1º video da XJ 97 e não aparece nada apos as 3 vezes on-off e nem fica piscando a luz do check engine! Quanto ao teste dos instrumento fiz e ao final dos 111111..... 999999 também não aparece nada! Será diferente por causa do ano? O que devo fazer? agradeço antecipadamente a atençao Fred Parente |
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| Tags |
| bordo, diagnostico, obd, sistema |
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