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Visitas: 663 - Respostas: 3
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#1 (permalink) |
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Membro
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Seria legal cada um de nós explanar-mos nóssas experiências em tais circunstâncias à partir desse ponto
![]() Água Quando se tem que enfrentar a água é importante que as parte elétricas estejam bem protegidas. Uma boa idéia é aplicar uma graxa à base de silicone nas partes vulneráveis. Lembre-se: antes de atravessar riachos é importante inspecionar o percurso; um rio com corrente forte é sinal de água não lamacenta; corrente fraca pode implicar limo macio e profundo; verificar a profundidade d'água e a presença de limo com uma pá ou qualquer coisa semelhante; certificar-se se não existem buracos ou rochas grandes que possam ser obstáculos para a travessia; observar atentamente a margem de entrada e de saída do rio. Para se atravessar trechos alagados ou riachos deve-se sempre utilizar velocidade baixa e segunda marcha. Se no momento da travessia criar-se uma onda em frente ao veículo, isto significa que a água diante deste é mais profunda. É importante ressaltar que neste momento cria-se um vão entre a onda e o veículo que serve como passagem para este, evitando que a água atinja frontalmente o motor. Aumentando a velocidade, a onda frontal se quebrará sobre o capo, anulando este efeito. Logo após ter saído d'água, deve-se sempre manter, por um pequeno período, o pedal de freio levemente pressionado com a finalidade de restaurar a eficiência dos freios; verificar se os pneus não foram danificados no momento da travessia. |
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| Os Seguintes 3 Usuários Agradeceram PIRATADOM por este Post: |
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#2 (permalink) | ||||||||||||||
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Moderador
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Dica, se o carro for com transmissão mecânica, o controle de velocidade deve ser feito sempre com o acelerador, ao passar um certo nível de água o sistema de embreagem ficará imerso em água, se pisar na embreagem nessa passagem vai entrar água entre o platô e o disco e aí pode dizer adeus a embreagem pois ele não irá mais acoplar. Você não necessariamente terá que trocar a embreagem, pois com o veículo fora da água, após uma "queimada" de embreagem o disco seca e volta a acoplar, mas na água a embreagem perde totalmente a função e você só sairá desse ponto rebocado/guinchado.
Abs. |
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Leo Santis ![]() |
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#3 (permalink) |
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Membro
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#4 (permalink) |
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Membro
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Ao atravessar trechos alagados ou com lama profunda, existe sempre a possibilidade de infiltração de água ou lama nos diferenciais, caixas de marchas e transferência. Há risco, também, em situações radicais, de entrada de água ou lama no próprio motor, através do filtro de ar.
A solução para o motor é a instalação de um tubo instalado desde a entrada do filtro de ar, que fica sempre dentro do compartimento do motor, até a parte mais alta do veículo, normalmente na altura do teto ou bagageiro. Esse tubo, ou snorkel, como é mais conhecido, deve ter a ponta externa protegida por uma capa ou chapeuzinho de metal, contra a entrada de água da chuva. A instalação do snorkel requer um bom isolamento e vedação na ponta do tubo que será conectado à entrada de ar do filtro. Não poderá haver nenhuma entrada falsa de ar por onde a água possa ser aspirada pelo motor. Montagens mal dimensionadas acarretam perda de potência. Neste caso, leve seu veículo para um mecânico que entenda do assunto. Mas a água pode entrar também nos diferenciais, caixas de mudanças e transferência. Existem respiros nestes componentes por onde a pressão, provocada pelo aumento da temperatura do óleo lubrificante e do ar interno, é aliviada. Este aumento de temperatura é causado pelo atrito entre engrenagens e semi-eixos. Quando isto acontece, o ar é expulso através dos respiros correspondentes, equilibrando a pressão interna. Em uma travessia de alagados a temperatura interna pode cair quando a carcaça do diferencial, caixas de marchas e transferência entrarem em contato com a água ou lama. Isto vai resfriar também o óleo e o ar interno, causando uma nova diferença de pressão e fazendo com que o ar seja sugado de volta para dentro do diferencial, caixas de marchas e transferência, equilibrando a pressão interna. Mas como há água suja em vez de ar, o que ocorre é uma contaminação do óleo por água e detritos. A perda das características lubrificantes do óleo pode trazer sérios problemas para as partes móveis destes componentes. Após uma travessia, solicite que o seu mecânico verifique se houve contaminação dos lubrificantes. Se o óleo apresentar cor esbranquiçada e leitosa, deverá ser substituído imediatamente. É possível a montagem de um circuito de tubos, que elevem a posição dos respiros dos diferenciais, das caixas de marchas e transferência. O sistema é simples e eficaz: basta conectar o respiro do diferencial dianteiro em série com o das caixas e, por último, ao diferencial traseiro. Tudo isto deverá estar conectado a um único respiro, que deverá ficar instalado na parte mais elevada possível como, por exemplo, dentro da cabine. |
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